Ad 728x90

terça-feira, 24 de abril de 2018

Congresso reunirá políticos evangélicos de todo o continente no Brasil

Congresso reunirá políticos evangélicos de todo o continente no Brasil

“Parlamento e Fé” é uma iniciativa global que visa conciliar política e valores cristãos

O ministério “Parlamento e Fé” nasceu em 2009 em Buenos Aires, Argentina. Fundado pelo pastor Luciano Bongarra, seu propósito é “fazer discípulos de Jesus Cristo no mundo da política”. Presente em diferentes partes do mundo, seu encontro anual ocorrerá entre 26 e 28 de abril em Gramado, Rio Grande do Sul.

O pastor Bongarra, que preside o ministério explica que a Igreja muitas vezes minimiza o mandato de que o evangelho é para “todas as pessoas”. Isso significa que, muitas vezes, nos sentimos desconfortáveis quando pensamos que para cumprir a Grande Comissão também é necessário levar a mensagem de jesus àqueles que ocupam “espaços privilegiados” na sociedade, incluindo os políticos.

Esse é um dos objetivos que o “Parlamento e Fé” tem levado como prioridade. A metodologia utilizada é realizar encontros estaduais, nacionais e globais. O mais recente, de 2017, foi em Jerusalém e contou com a presença de líderes evangélicos e políticos de países da Europa e da América.

Cientes das mudanças pelas quais passam as Américas, que está vendo a vitória de lideranças políticas conservadoras nas eleições em vários países, o encontro realizado no Brasil fará uma análise da situação e “estimular cristãos comprometidos a ocuparem espaços políticos”, explica Bongarra.

“O governo de uma nação é um papel muito importante, que deve levar a igreja a orar por ele. Nós acreditamos em estados seculares, mas com valores. Já não há lugar para líderes ‘iluminados’ ou ‘religiosos messiânicos’. A política da perspectiva humana é administrar e servir o povo e isso deve ser feito por aqueles que estão preparados. O que não impede que sejam pessoas cristãs”, avalia.

O pastor conta que, na sua origem, o ministério era constituído de apenas três pessoas incrédulas, mas Deus lhe foi dando estratégias e hoje está presente em várias nações, onde procuram reunir políticos e compartilhar com eles a boa nova. “Fazemos reuniões com muita gente, em diferentes lugares. Buscamos que em cada Congresso, de cada cidade, haja um homem de Deus compartilhando os valores de Jesus Cristo”, encerra.

No encontro de Gramado, falarão aos presentes várias personalidade de destaque, como o norte-americano Mario Bramnick, que faz parte do grupo de conselheiros do presidente Donald Trump, Fabricio Alvarado (deputado da Costa Rica que concorreu a presidência do país este ano) e o deputado pastor Takayama, presidente da Frente Parlamentar Evangélica do Brasil.

A organização tem no Brasil como diretor o pastor Gesse de Roure Filho, que a partir de Brasília já faz um trabalho no meio político em vários estados. Maiores informações poderão ser obtidas pelo email parlamentoyfebrasil@gmail.com

O portal Gospel Prime fará a cobertura do encontro para a língua  portuguesa a partir desta quinta (26), com boletins diários e entrevistas.

Com informações:GP
Segunda Turma do STF vai julgar recurso para soltar Lula; entenda

Segunda Turma do STF vai julgar recurso para soltar Lula; entenda

O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), enviou para julgamento no plenário virtual da Segunda Turma o recurso da defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) contra decisão do próprio ministro na reclamação feita à Corte um dia antes da detenção do petista — Fachin negou pedido da defesa para impedir a execução da sentença determinada pelo juiz Sergio Moro.

Lula cumpre pena por corrupção passiva e lavagem de dinheiro na Superintendência da Polícia Federal de Curitiba desde o dia 7 de abril. O plenário virtual permite que os ministros votem de forma eletrônica nos processos. Ele funciona 24 horas por dia, e os magistrados podem acessá-lo de forma remota — quando todos tiverem votado, o julgamento estará concluído.

Na última sexta-feira (20), a defesa pediu prioridade no julgamento do caso. No recurso, os advogados alegam que a prisão de Lula é ilegal porque o Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) ainda precisa decidir sobre a admissão dos recursos extraordinários no caso do tríplex do Guarujá. De acordo com os advogados, em razão disso, a segunda instância da Justiça ainda não se exauriu no caso do petista.

No mesmo dia em que o ex-presidente foi preso, Fachin negou os pedidos feitos na reclamação à Corte em favor da liberdade de Lula. Contra essa decisão, a defesa entrou com recurso no Supremo. Primeiramente, a defesa pedia a Fachin que reconsiderasse a decisão. Alternativamente, os advogados pediam que o recurso fosse julgado na Segunda Turma, composta por Fachin, Celso de Mello, Ricardo Lewandowski, Dias Toffoli e Gilmar Mendes.

Mello, Lewandowski, Toffoli e Gilmar são quatro dos ministros do STF contrários à execução da pena após condenação em segunda instância. Suas posições sobre o tema são tidas pela defesa de Lula como uma esperança para que o ex-presidente deixe a prisão.

A tese levantada no pedido feito no recurso de Lula ao STF, protocolado no último dia 13, alega que a Corte, ao decidir em 2016 que é possível executar a pena antecipada (antes de esgotados os recursos nas cortes superiores), não definiu que a segunda instância termina ao serem julgados os primeiros embargos de declaração.

Para a defesa, a segunda instância só se esgota após o TRF4, no caso de Lula, se desvencilhar de qualquer decisão em relação aos recursos especial e extraordinário apresentados pela defesa — cabe ao tribunal de segunda instância decidir se encaminha ou não esses recursos ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) e ao próprio STF. Os advogados ainda acrescentam que o segundo grau do Judiciário só acaba quando é analisado um eventual agravo contra uma não admissão desses recursos no tribunal.

Fonte: Veja;VG
Ministro cobra dados da segurança nos estados e ameaça cortar verbas

Ministro cobra dados da segurança nos estados e ameaça cortar verbas

O ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann , enviou carta aos governadores dos estados neste início de semana cobrando o compartilhamento dos dados atualizados sobre a violência em cada região. São pedidos os índices da segurança pública registrados em cada estado nos anos de 2016 e 2017 até 23 de maio.

No texto, Raul Jungmann alerta os chefes do Poder Executivo nos estados que a União pode vir a bloquear os repasses federais caso os governadores não cumpram com a obrigação de fornecer informações atualizadas sobre a criminalidade para o governo alimentar o Sistema Nacional de Segurança Pública (Sinesp). O ministro acrescenta que o não cumprimento desse pedido pode fazer com que o estado seja impedido de firmar convênios com a Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp).

O esforço do ministro visa atender ao que foi pedido pelo presidente Michel Temer ao criar o Ministério Extraordinário da Segurança Pública para “coordenar e promover a integração dos seviços de segurança em todas as unidades federativas do País”, conforme definição do próprio emedebista.

“Essa pasta nasce da constatação de que o crime só se fortalece com a fragmentação dos esforços do poder público. Se você tem esforços conectados, você consegue combater [a criminalidade] muito adequadamente”, disse Temer ao dar posse a Jungmann no novo ministério, em fevereiro.

Rio de Janeiro fora de risco

O Sinesp foi criado em 2012 justamente com o intuito de auxiliar na “formulação, implementação, execução, acompanhamento e avaliação das políticas relacionadas com segurança pública” numa parceria entre a União e os estados. Os dados armazenados nesse sistema também visam a promoção de políticas para melhorar o sistema prisional e a execução penal, bem como fortalecer o combate ao tráfico de drogas.

O governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão (MDB), foi um dos governantes que receberam a carta de Raul Jungmann , mas o estado não corre riscos de ficar sem verbas da União. Isso porque o Rio segue sob intervenção federal, que conta com orçamento próprio e é chefiada pelo general Braga Netto, do Comando Militar do Leste.

Fonte: Último Segundo/VG

segunda-feira, 23 de abril de 2018

INÉDITO:Justiça obriga ex-marido a pagar pensão para animais de estimação da ex.

INÉDITO:Justiça obriga ex-marido a pagar pensão para animais de estimação da ex.

Valor de R$ 1.050 vai cobrir despesas com seis cães e uma gata
    Cães que receberão pensão no Rio R$ 1.050
Uma ex-companheira entrou na Justiça para pedir colaboração do ex-companheiro, com o qual viveu por 22 anos em união estável, nas despesas dos animais que teriam adquirido juntos. O caso seria referente às despesas de seis cães e uma gata, e, segundo informações publicadas na terça-feira, na coluna do jornalista Ancelmo Gois, no jornal "O Globo", a 7ª Câmara Cível teria decidido que o ex companheiro arcasse com as despesas, cujo valor estabelecido foi de R$ 150 por animal, ou R$ 1.050 no total. 

O ex-casal, de classe média, abriu o processo de divórcio na Região Serrana do Rio, local no qual viviam juntos, e o julgamento da liminar específica sobre os animais em questão, realizado pelo desembargador Ricardo Couto de Castro, em segunda instância, ocorreu no último dia 11. Segundo a assessoria de imprensa do Tribunal de Justiça do Rio (TJRJ), trata-se de uma decisão inédita. 

Segundo Benedicto de Vasconcellos, advogado do ex-companheiro em questão, o seu cliente alega que os animais são de propriedade exclusiva da ex-companheira e informa não saber muito sobre a decisão, que segue em segredo de Justiça.

— Os animais são de propriedade dela. Ela pleiteia a divisão de despesas. De qualquer forma, a decisão cabe recurso. Não tive acesso às alegações do desembargador, mas, caso seja necessário, o meu cliente irá recorrer — afirma o advogado. 

Embora não tenha tido acesso ao processo em questão, já que esse corre em sigilo, Vasconcellos considera que esse tipo de decisão não seja inédita, por se tratar de bens em comum, algo normalmente discutido pela Justiça. 

Questionado se o caso se trataria de uma decisão sobre pensão alimentícia, o advogado discorda. 

— Em tese esse caso seria uma corresponsabilidade em relação aos gastos nas despesas dos animais. Não é de natureza de pensão alimentícia — ressaltou Vasconcellos, comentando já ter acompanhado casos nos quais "foi fixado um compartilhamento de convivência", no qual o animal ficaria com um dos ex-companheiros durante a semana e com o outro durante o final de semana.

Por argumentar não ter tido acesso à decisão em questão, devido ao segredo de Justiça, o advogado reiterou estar comentando a respeito do caso de forma genérica.

A ex-companheira, de acordo com os advogados da outra parte, Margaret Garcia Coura e José Carlos Pereira dos Santos, requer "ajuda financeira a animais", uma vez que os animais foram adquiridos "consensualmente pelo casal" durante a vigência da união estável. Essa decisão judicial, segundo a advogada, é inédita não só no Rio de Janeiro, mas em todo o país. 

— Buscamos por outros casos assim no Brasil e só encontramos os de guarda compartilhada de animais, cujos custos são de responsabilidade de cada parte enquanto esses estão com cada um dos ex-companheiros. Nesse caso pedimos "ajuda financeira a animais" por tempo indeterminado, o que é inédito — afirma Margaret, que explica que o caso não pode ser descrito como uma pensão por se tratar de animais. 

Após o julgamento ocorrido em segunda instância na 7ª Câmara Cível, no Rio de Janeiro, o processo será sacramentado em primeira instância pela juíza referente a ele, previamente aberto na Região Serrana, e o ex companheiro pode recorrer da decisão. Por ser algo inédito, segundo Margaret, a liminar fará parte de uma publicação jurídica. 

Animais refletem mudanças nos núcleos familiares

Todos os sete animais presentes na liminar são fêmeas. Há uma gata e seis cadelas, das quais cinco são vira-latas e uma é da raça Golden Retriever. Essa última foi diagnosticada com câncer no último ano, e atualmente faz quimioterapia. 

Segundo a advogada, há uma mudança na questão do papel dos animais nos núcleos familiares. 

— Os animais não são mais os que ficam fora de casa, protegendo o ambiente. Atualmente eles têm uma outra finalidade, servem para curar a depressão, entram em hospitais para curas de forma terapêutica, por exemplo. Há uma nova visão para esses animais que vivem com os seres humanos — argumenta Margaret.
    Cães que receberão pensão no Rio R$ 1.050
Segundo o advogado João Paulo Lins e Silva, que há 26 anos atua na área de Direito de Família, a questão discutida se torna cada vez mais comum devido às mudanças recorrentes nos núcleos familiares da sociedade atual. 

— É natural, já que os animais têm se tornado praticamente membros da família. Muitos casais optam por não ter filhos e ter animais. Há uma mudança no perfil da família brasileira. Há um consumo absurdo de produtos para animais, e o custo que as famílias possuem por cuidar deles é, por vezes, muito grande — afirma o advogado, que atua no escritório Lins e Silva Advogados e trabalha na área desde 1992. 

Quanto à questão, Lins e Silva explica sobre a jurisprudência.

— Abre um precedente sim. Não acho nenhum absurdo a existência desse caso, embora não haja previsão legal. Temos que ter uma visão mais ampla, pois há custos inerentes relativos a esses animais, afinal eles fizeram parte de um período de convívio harmonioso, ainda que tenha ocorrido divórcio. Porém, trata-se de um caso excepcional por causa da questão da quantidade de animais, também não se pode banalizar — argumenta o advogado, que explica que questões como essa abrem espaço para a jurisprudência, situação na qual novos casos não previstos na lei são julgados em tribunal, conforme as alterações da sociedade ao longo dos anos, mesmo sem que essas passem integrar o código.

Fonte:GO

sábado, 21 de abril de 2018

É no Maranhão que se fala o melhor português  do  Brasil:

É no Maranhão que se fala o melhor português do Brasil:

Terra geradora de grandes escritores da cultura literária clássica no Brasil, o Maranhão é apontado por estudiosos como o estado que fala o melhor português
A famigerada “Atenas brasileira” recebeu esse nome após a época dourada do cultivo de algodão, seguida por uma explosão cultural. O Maranhão foi uma das primeiras regiões a receber iluminação pública no país e a que mais se relacionou com as cidades europeias, era sempre atualizada nas novidades da literatura francesa. Logo se manifestaram vários escritores e poetas romancistas, como Gonçalves Dias, Ferreira Gullar, Aluísio Azevedo, entre outros que exerceram grande importância no cenário literário brasileiro.
Com fama intelectual, estudiosos apontaram que no Maranhão se fala o melhor português, embora alguns pesquisadores desmitiquem esse posicionamento. O professor paulista, Pasquale Cipro, disse em uma entrevista à revista Veja que nenhuma região tem a melhor ou pior fala do português, que depende da posição social que o brasileiro possui diante da norma culta. Anal, assim como os outros estados, o Maranhão comete erros na língua portuguesa.

Essa fama de que fala o português mais correto também se deve ao fato de ainda ser usado nas regiões do Norte/Nordeste o pronome clássico “tu”(termo substituído por você, devido à reorganização do sistema pronominal), procedido pelo verbo terminado com s – “Tu vais…”.

No livro Preconceito linguístico, Marcos Bagno disse: 

“Toda variedade linguística atende às necessidades da comunidade que a emprega. (…) É também resultado de um processo histórico próprio, com suas vicissitudes e peripécias particulares”.

Logo, é mito um lugar falar o português mais bonito e correto que o outro. Cada lugar possui suas respectivas características linguísticas que são meros reflexos históricos. O Maranhão ainda segue alguns termos gramaticais arcaicos e tem um histórico literário de extrema relevância. Talvez, por isso, essa fama ainda dure um bom tempo. 

Fonte:IM

Campanha de vacinação contra gripe começa no dia 23 de abril

Campanha de vacinação contra gripe começa no dia 23 de abril


A Campanha Nacional de Vacinação contra a gripe terá início no dia 23 de abril e vai até 1° de junho. A informação foi dada pelo Ministério da Saúde hoje (18), em Brasília. Segundo o órgão, a imunização vai assegurar proteção contra os três subtipos do vírus de maior incidência: H1N1, H3N2 e Influenza B.

A meta é vacinar 54 milhões de pessoas. Para tanto, foram adquiridas cerca de 60 milhões de vacinas. A campanha começou antes na região metropolitana de Goiânia. O ministro da Saúde, Gilberto Occhi, explicou que essa medida se deve ao fato de ter sido identificado um surto na área.

O Dia D, quando há maior mobilização para vacinação, está marcado para 12 de maio. A projeção do governo federal é que as vacinas estejam disponíveis em 65 mil postos do país. Em 2017, a cobertura foi de 87,7%.

O objetivo é atuar no período de maior propagação do vírus: na transição entre o outono e o inverno. A iniciativa será voltada principalmente para idosos, gestantes, crianças com idades entre seis meses e 5 anos, trabalhadores da saúde, professores, povos indígenas, puérperas (mulheres cujo parto ocorreu há até 45 dias) adolescentes e adultos privados de liberdade.

A definição do público-alvo se baseou em critérios da Organização Mundial de Saúde (OMS) e em estudos epidemiológicos. A expectativa é chegar a mais de 20 milhões de idosos, 12,6 milhões de crianças e 4,8 milhões trabalhadores na área de saúde.

O ministro Gilberto Occhi apontou como desafio central “mobilizar a população brasileira para que ela possa comparecer aos postos de saúde para que nós tenhamos o máximo de cobertura possível da vacinação, principalmente daquele público que é alvo”.

Atenção especial

Uma preocupação especial dentro do público-alvo é com as crianças entre seis meses e 5 anos. No ano passado, o percentual de imunização deste segmento foi menor do que outros, como idosos com mais de 60 anos.

Na avaliação da presidente da Sociedade Brasileira de Imunização, Isabela Ballalai, esse quadro pode estar relacionado a uma prática ainda recente de cuidado dos pais com a imunização dos pequenos para a gripe.

“O idoso se vacinar já virou cultura. As crianças entraram por último neste rol de beneficiários. E talvez a população não esteja valorizando ainda como uma causa de doenças em meninas e meninos. Neste época, crianças são vítimas de vários vírus, não só o Influenza”, explica a especialista.

Número de casos

De acordo com o Ministério da Saúde, até o dia 14 de abril foram confirmados 62 mortes e 392 casos decorrentes do vírus Influenza. Destes, 33 óbitos e 190 casos se deveram ao subtipo H1N1, 15 mortes e 93 casos relacionados ao H3N2 e 24 mortes e 81 casos em decorrência do Influenza B.

Mais 44 casos e 5 mortes foram provocados pela gripe, mas nenhum deles relacionados a esses subtipos. No mesmo período de 2017, foram registrados 66 mortes e 394 casos.

Sintomas e prevenção

Entre os sintomas da gripe estão febre alta, dor muscular, dores de cabeça e na garganta e coriza. O ministro da Saúde informou que o vírus usado na vacina é “inativado”, não podendo gerar uma gripe. De acordo com Occhi, a imunização evita entre 32% e 45% o número de hospitalização por pneumonia e entre 40% e 75% as mortes por complicações resultantes do vírus.

A imunização é contraindicada para pessoa com alergia a ovo, que devem procurar o médico para orientações. A reação em geral ocorre com dor no local da injeção, sem provocar efeitos colaterais maiores. De acordo com o ministério, não há risco de fazer a vacinação contra a febre amarela e Influenza.

Além da vacinação, são orientações para evitar o vírus lavar as mãos com frequência, usar lenço para a higiene do nariz, cobrir o rosto no momento do espirro, evitar compartilhar objetos de uso pessoal e tomar cuidado com o contato com pessoas que tenham adquirido o vírus.

Fonte: Notícias/VG

sexta-feira, 20 de abril de 2018

Israel comemora 70 anos promovendo concurso bíblico na TV

Israel comemora 70 anos promovendo concurso bíblico na TV

Netanyahu afirmou que “a Bíblia é a rocha da nossa existência”


Em meio às comemorações dos 70 anos de Israel, foi realizado no Teatro de Jerusalém e transmitido em cadeia nacional de televisão o Concurso Internacional da Bíblia. Trata-se de uma competição de conhecimento bíblicos, onde adolescentes judeus de vários países respondem perguntas sobre relatos do Antigo Testamento, além de questões sobre geografia e história de Israel.

Ao todo, foram 4.000 alunos competido, de 41 nações. Todos os finalistas passaram por fases preliminares em seus países de origem. Este ano, além dos nascidos em Israel, havia representantes de Estados Unidos, México, Argentina, Panamá e África do Sul.

A competição entre os 16 participantes de ambos os sexos contou com a presença do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu e do ministro da Educação Naftali Bennett, além de outras autoridades.

O premiê afirmou que “a Bíblia é a rocha da nossa existência” e que o heroísmo de figuras bíblicas como Sansão, Gideão, Josué e o rei Davi continuam inspirando as futuras gerações.

“Os versículos da Bíblia fazem parte do que define nossa existência em nossa terra natal… Aqui estão nossas raízes, se Deus quiser, para sempre”, disse Netanyahu.

Bennett disse em seu breve discurso que o Concurso da Bíblia é um dos pontos altos do Dia da Independência. “Se olharmos para as nações do mundo, não encontraremos nenhuma outra que celebre sua independência promovendo um livro. Nosso livro é o Livro dos livros. Encontramos nele a essência de nossa independência e nossa identidade como uma nação nesta terra”.

O vencedor foi Ezriel Shilat, 17 anos, que é estudante de teologia judaica e o segundo lugar ficou com Oriah Cohen, moradora de Haifa, norte de Israel.


Com informações Jerusalém Post/GP

quinta-feira, 19 de abril de 2018

Tribunal rejeita recurso final de Lula em segunda instância

Tribunal rejeita recurso final de Lula em segunda instância

Desembargadores do TRF4 decidiram por
 unanimidade rejeitar o pedido contestação da
 defesa contra supostas ‘obscuridades’ na decisão
 que condenou o ex-presidente
O Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) rejeitou, por 3 votos a 0, o último recurso do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) contra a sua condenação em segunda instância a 12 anos e um mês de prisão pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Com isso, está encerrado o processo do ex-presidente no TRF4, podendo o petista apelar apenas às cortes superiores.

Os chamados “embargos dos embargos” contestavam pontos do julgamento do último dia 24 de janeiro, quando a condenação definida na primeira instância pelo juiz Sergio Moro foi mantida e as penas foram aumentadas. Para a defesa, esses itens não haviam sido devidamente avaliados pelos desembargadores João Pedro Gebran, Leandro Paulsen e Victor Laus durante o julgamento dos embargos de declaração, no mês passado.

Foram questionadas uma suposta parcialidade do juiz Sergio Moro e algumas “obscuridades” que a defesa do ex-presidente pede que o TRF4 explique: o que a Corte entende como “capacidade de influência” de Lula no esquema de corrupção da Operação Lava Jato; como, especificamente, ele teria recebido as vantagens indevidas que caracterizam o crime; e quais foram as “tratativas” que o tribunal julgou terem existido entre o petista e o empresário Léo Pinheiro, da OAS, sobre o tríplex.

Cristiano Zanin, advogado de Lula, pediu a palavra antes do relator falar. “Claro que lhe darei a palavra. Mas não se costuma dar a palavra antes do relator”, respondeu o desembargador Leandro Paulsen. Zanin pediu adiamento do julgamento até a volta do relator Gebran Neto, que está de férias e é substituído por Nivaldo Brunoni.

Brunoni votou por não conceder os embargos de declaração. Victor Laus disse que a questão já havia sido analisada. Votou pela inadmissibilidade, acompanhando o relator.

Paulsen, por sua vez, falou que embargos dos embargos são recursos excepcionais. “Invariavelmente há insurgências e inconformismos de parte a parte, mas (o processo) foi objeto de dedicação muito grande da turma. Novos embargos de declaração costumam ser desprovidos e inclusive tem caráter protelatório porque dificilmente passaria algum ponto descoberto”, disse Paulsen.

O Tribunal de Porto Alegre ainda dará uma última decisão no caso do ex-presidente. Caso ele decida recorrer ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) ou ao Supremo Tribunal Federal (STF), deve apresentar o pedido à vice-presidente do TRF4, desembargadora Maria de Fátima Labarrère, que fará um juízo de admissibilidade e verá se o processo contempla os pré-requisitos para ser julgado nas Cortes.

Pelos atuais entendimentos do STF e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), estando definitivamente condenado em segunda instância, o ex-presidente Lula pode ter a pena executada – como efetivamente vem ocorrendo desde o último dia 7, quando ele foi preso – e está inelegível, de acordo com a Lei da Ficha Limpa.


Fonte: Veja;VG